A harmonia secreta da desarmonia: quero não o que está feito, mas o que tortuosamente ainda se faz. Minhas desequilibradas palavras são o luxo de meu silêncio. Escrevo por acrobáticas e aéreas piruetas − escrevo por profundamente querer falar, embora escrever só esteja me dando a grande medida do silêncio. E se digo “eu” é porque não ouso dizer “tu”, ou “nós” ou “uma pessoa”. Sou obrigada à humildade de me personalizar apequenando, mas sou és-tu.desorganização profunda.